Vivendo e aprendendo né! tive pensando esses dias , depois de uma aula bem provocante na faculdade com o Prof. Manoel Sarmento. Ele dizia que o sociólogo da infância é um pesquisador de cócoras.
Pensei. O professor de educação infantil também poderia ser um professor de cócoras. E ai, olhando para minha prática com as crianças, percebi que não sou uma professora de cócoras, ou seja que agacha-se para falar, fotografar ou filmar as crianças.Também pensei: isso precisa mudar.Tomei algumas atitudes e....
Agora posso dizer que sou uma professora de cócoras, e vocês poderão ver isso daqui pra frente nas fotos que posto nesse blog.
Aprendemos sempre se tivermos a humildade e sensibilidade de perceber que somos incompletos!
A NOITE NO CASTELO....
Observamos que nossas crianças adoram músicas. Cantam musicas infantis o dia todo. A todo momento alguém está cantarolando alguma. Diante dessa constatação, pensamos em trabalhar as canções preferidas das crianças, partindo daí para construção de um trabalho que envolva música e movimento, envolvendo as culturas infantis, e o diálogo dessas com outras culturas.
Começamos com uma pesquisa com as famílias a respeito de que músicas eles cantam para as crianças em casa.A partir daí disponibilizamos imagens que remetem as músicas que eles mais cantam, para que dessas cada um escolha a que desejar.
Começamos a trabalhar as músicas que as crianças escolheram de uma a uma durante um certo período.
Começamos com" A noite no Castelo" , escolhida pela Roberta(2a).
Começamos contando uma história envolvendo a Bruxa, personagem da música escolhida pela Roberta.Levamos para turma várias histórias de bruxa.
Outro dia criamos um clipe com a música escolhida pela Roberta e a projetamos no Datashow. As crianças gritavam, a cada ser assustador que aparecia.
Aguardem. A história continua!!!!
Começamos com uma pesquisa com as famílias a respeito de que músicas eles cantam para as crianças em casa.A partir daí disponibilizamos imagens que remetem as músicas que eles mais cantam, para que dessas cada um escolha a que desejar.
Começamos a trabalhar as músicas que as crianças escolheram de uma a uma durante um certo período.
Começamos com" A noite no Castelo" , escolhida pela Roberta(2a).
Começamos contando uma história envolvendo a Bruxa, personagem da música escolhida pela Roberta.Levamos para turma várias histórias de bruxa.
Outro dia criamos um clipe com a música escolhida pela Roberta e a projetamos no Datashow. As crianças gritavam, a cada ser assustador que aparecia.
Aguardem. A história continua!!!!
Caminhada Cívica pela Educação Municipal.
CAMINHADA CÍVICA EM DEFESA DA ESCOLA PÚBLICA, CONTRA A VIOLÊNCIA E POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO
Em defesa da escola pública, o SINPEEM e a APROFEM convocam todos os profissionais de educação da rede municipal de ensino para participar da “Caminhada cívica em defesa da educação pública, contra a violência e por melhores condições de trabalho”.
Convide amigos, familiares e a população em geral para este importante movimento, que será realizado no dia 25 de maio, com saída às 11 horas do vão livre do Masp, na avenida Paulista, seguindo até o Viaduto do Chá, em frente ao gabinete do prefeito.
Contamos com a colaboração e o apoio de todos a favor da educação pública de qualidade para todos, em todos os níveis.
EDUCAÇÃO SEMPRE!
CAMINHADA CÍVICA25 de maio de 2013, às 11 horas,no vão livre do Masp - Avenida Paulista
Atividade 1- Imagens
Organizei a sala para receber as crianças com as imagens relacionas as bexigas. O Samuel ficou empolgadíssimo , os pequenos iam chegando e explorando as imagens, me mostravam, mostravam e conversavam com os colegas, houveram até alguns conflitos por causa delas....
Notei que as imagens chamaram a atenção e atingiram o fim proposto: provocar a fala e a curiosidade das crianças.
É isso! Até a próxima...
Notei que as imagens chamaram a atenção e atingiram o fim proposto: provocar a fala e a curiosidade das crianças.
É isso! Até a próxima...
O TERRITÓRIO DA INFÂNCIA...
É assim que vejo o parque, um território completamente rico e todinho dos pequenos. Um espaço de provocações. Lá os pequenos interagem entre si, fazem amizades, vencem obstáculos, se defrontam diante de outros, mas sempre com muita diversão e muito prazer. Estar no parque é para além de um momento de diversão e prazer, é um momento de aprendizagem e de livre expressão da cultura infantil
No parque TEM...
EMOÇÃO E SURPRESA!!!!
ALEGRIA
DESAFIOS!!!
E um adulto atento SEMPRE...
No parque TEM...
EMOÇÃO E SURPRESA!!!!
ALEGRIA
DESAFIOS!!!
E um adulto atento SEMPRE...
Primeiros dias, primeiras emoções.
Como já havia dito, esse ano estou com uma turminha de BII( crianças entre 1 ano e meio a 2 anos) eles são uns fofos. Ainda estão se adaptando ao novo espaço, novas professoras... Sabemos que não é fácil para os pequenos mas logo, logo, superaremos essa fase.
Estamos tentando tornar esses momentos o mais agradável possível!!!
| BRINCAR AO AR LIVRE É SEMPRE MUITO BOM. |
| TECIDOS E CAIXAS GARANTEM A DIVERSÃO E A EXPERIMENTAÇÃO |
Mais uma ano...
Mais um ano se inicia, e eu espero realmente consegui fazer postagens interessantes que contribuam de alguma forma para a reflexão e partilha das práticas pedagógicas realizadas no Centro de educação infantil. Espero realmente poder deixar aqui pelo menos semanalmente a minha humilde contribuição.
Aguardem!!!!
Aguardem!!!!
RODA DE LEITURA(LIVRO:SAFARI) BRINCADEIRAS COM MINIATURAS
.
Organizamos a sala em roda e apresentamos o livro que iríamos ler (SAFARI), escolhemos esse livro porque em nossa sala temos miniaturas dos animais contidos nele, as crianças adoram brincar com elas, pedem o tempo todo.Então pensamos em explorar um pouco esses objetos que os pequenos tanto gostam.
A professora começou a leitura as crianças acompanhavam atentas e a cada página virada uma surpresa.
Durante a história as crianças falavam e observavam as imagens.
Cassiano:
“- O elefante tem sombra.Ele vua?”
Daniel:
“- Eu gosto do leão.”
Cassiano:
“- O elefante tem a orelha grandona.”
Colocamos as miniaturas para que os pequenos pudessem explorar livremente.
Os pequenos ficaram encantados com o livro, puderam manuseá-lo livremente e até recontar a história aos colegas.
OBSERVAÇÕES DAS EDUCADORAS.
O Daniel, escolheu dois tigres para brincar de faz de conta, em sua brincadeira os tigre lutavam entre si.
Lucas achou um elefante e veio correndo me mostrar, talvez pelo fato de termos comentado bastante sobre esse animal.
Luiza pegou o cavalo, um boneco de homem e colocou-o sobre o cavalo , como se o homem fosse cavalgar.
Cassiano, pegou o elefante que o Lucas encontrou e o observou, tocou, parecia curioso.
ESSA experiência proporcionou momentos de alegria e conhecimento para os pequenos, que puderam juntos levantar algumas hipóteses sobre os animais que faziam parte do livro , interagir e falar sobre eles.
Pensamos em trazer mais miniaturas e livros que tratem do tema...
DICA DE LEITURA
Ganhador do Prêmio Jabuti 2011, esse livrinho de Silvana Rando é maravilhoso.Conheci essa história através de uma amiga.
Gildo é um elefantinho que adora andar de montanha russa, ama filmes de terror,não tem medo de fantasmas, de se apresentar ao público, Gildo é muito corajoso.Somente uma coisa o assusta, as bexigas. Isso mesmo ele tem medo de bexigas.Como será que ele lida com seu medo?
Essa linda narrativa , permite que os pequenos percebam que ter medo é algo absolutamente normal, e portanro não é vergonha a ninguém, todo mundo tem algum medo .O Gildo tem medo de bexigas...
Estranhando o Familiar.
A primeira semana dos pequenos no CEI costuma ser um momento de estranhamento , as crianças lembram-se do espaço mas em pouco tempo já não sentem-se parte dele, dai o estranhamento.A mudança causa insegurança, choro, desespero.Para a maioria dos meninos e meninas que estão voltando a rotina da Instituição de Educação Infantil esse é um momento de angústia.São muitas mudanças: o espaço, as educadoras, as próprias as crianças...
Todo esse processo é algo perfeitamente normal e costumeiro, contudo, a cada ano pensamos como tornar esse momento o mais agradável possível para nossas crianças, refletimos maneiras de receber os pequenos de forma ainda mais acolhedora rompendo as inseguranças que tomam as crianças e suas famílias.
Para os meninos e meninas que nunca frequentaram uma Instituição de Educação Infantil esse momento torna-se ainda mais sofrido o que exige uma maior sensibilidade por parte do educador, que pode contribuir de forma positiva orientando as familias e desta forma deixando-as mais seguras e tranquilas.
Durante o período de acolhimento acreditamos ser importantíssimo, estabelecer vínculos com as crianças e suas famílias.
Nesse momento tão delicado, o educador(a) poderá pensar atividades e experiências que possam deixar os pequenos confortáveis , seguros , felizes.
Em nossa unidade,realizamos um planejamento específico para a semana de adaptação, ou semana de acolhida(o último soa bem melhor).
Ai vão algumas delas que planejamos para os Mini-Grupos I(crianças de 2 a 3 anos).
Todo esse processo é algo perfeitamente normal e costumeiro, contudo, a cada ano pensamos como tornar esse momento o mais agradável possível para nossas crianças, refletimos maneiras de receber os pequenos de forma ainda mais acolhedora rompendo as inseguranças que tomam as crianças e suas famílias.
Para os meninos e meninas que nunca frequentaram uma Instituição de Educação Infantil esse momento torna-se ainda mais sofrido o que exige uma maior sensibilidade por parte do educador, que pode contribuir de forma positiva orientando as familias e desta forma deixando-as mais seguras e tranquilas.
Durante o período de acolhimento acreditamos ser importantíssimo, estabelecer vínculos com as crianças e suas famílias.
Nesse momento tão delicado, o educador(a) poderá pensar atividades e experiências que possam deixar os pequenos confortáveis , seguros , felizes.
Em nossa unidade,realizamos um planejamento específico para a semana de adaptação, ou semana de acolhida(o último soa bem melhor).
Ai vão algumas delas que planejamos para os Mini-Grupos I(crianças de 2 a 3 anos).
Segunda-feira: Roda de conversa com música envolvendo os nomes.Com essa atividade as crianças poderão interagir restabelecendo vínculos.
Terça-feira: Brincadeira da geléia.Nesta experiência as crianças poderão criar movimentos com o corpo como se fossem uma geléia.
Quarta-feira:Roda de conversa com a caixa surpresa.Com esta atividade as crianças poderão reconhecer sua própria imagem no espelho.
Quinta-feira:Roda de conversa e de histórias com manuseio dos livros.
Sexta-feira:Pintura de rosto no parque , música.
Será que os pequnos vão gostar????
Profs. Lídia , Márcia, Viviane, Iracilene.
Voltando...
Ano passado foram publicadas poucas postagens no blog, foi um ano em que nosso blog ficou em segundo plano , contudo durante o ano de 2012 retomaremos as postagens de forma a contribuir e somar para a troca de experiências e a divulgação de trabalhos significativos realizados com as crianças pequeninas.
Esse espaço foi criando para esse fim e principalmente como forma de valorizar todas as ricas experiências realizadas no CEI Cidade de Genebra.
Aguardem....
Lídia Guimarães.
Esse espaço foi criando para esse fim e principalmente como forma de valorizar todas as ricas experiências realizadas no CEI Cidade de Genebra.
Aguardem....
Lídia Guimarães.
Deixando marcas no fubá e na areia.
O objetivo dessa atividade, foi explorar diferentes materiais e texturas, também criar condições para as crianças produzirem suas marcas.
Preparamos essa atividade com fubá. Forramos o chão com papel col set preto, forramos também a mesa, dispomos o fubá sobre a mesa e também sobre o papel no chão.Deixamos a disposição das crianças palitos de sorevete e outros objetos que poderia ajudar os pequenos a produzirem suas marcas.Foi demais eles faziam marcas com os dedinhos, com os palitos, carimbavam...
Depois desse movimento dispomos algumas bacias com areia molhada, para que os pequenos pudesse fazer marcas também, eles ficaram super envolvidos, pesquisando as marcas que deixavam pelo espaço.
Atividade realizada no bII(crianças com idade entre 1 ano e meio a 2 anos).
Por Lídia Guimarães.
Preparamos essa atividade com fubá. Forramos o chão com papel col set preto, forramos também a mesa, dispomos o fubá sobre a mesa e também sobre o papel no chão.Deixamos a disposição das crianças palitos de sorevete e outros objetos que poderia ajudar os pequenos a produzirem suas marcas.Foi demais eles faziam marcas com os dedinhos, com os palitos, carimbavam...
Depois desse movimento dispomos algumas bacias com areia molhada, para que os pequenos pudesse fazer marcas também, eles ficaram super envolvidos, pesquisando as marcas que deixavam pelo espaço.
Atividade realizada no bII(crianças com idade entre 1 ano e meio a 2 anos).
Por Lídia Guimarães.
Dica de Leitura
Romeu e Julieta
O livrinho é demais. Nessa história de Ruth Rocha as diferenças são superadas e o que prevalece é a amizade entre duas borboletinhas que apesar de possuirem cores diferentes cultivam entre si um nobre sentimento.
Vale a pena compartilhar com os pequenos na roda de leitura!
O livrinho é demais. Nessa história de Ruth Rocha as diferenças são superadas e o que prevalece é a amizade entre duas borboletinhas que apesar de possuirem cores diferentes cultivam entre si um nobre sentimento.
Vale a pena compartilhar com os pequenos na roda de leitura!
Apreciação e exploração de imagens.
Essa experiência faz parte do projeto do BII-B esse ano." Artes plásticas no berçário II: Possibilidades para os pequenos produzirem suas marcas."
Objetivos:Familiarizar-se com as imagens de pegadas,movimentar-se e interagir com o espaço e com as imagens.
Organizamos o espaço com várias pegadas de pés descalços recortadas em papel sulfite.Colamos algumas no chão, recortamos outras em E.V.A para que as crianças pudessem compará-las com os seus pezinhos .Também utilizamos novamente o retroprojetor para projetar as imagens no chão e parede.
Preparamos a sala dessa maneira para receber as crianças.
Ao chegarem já foram logo mexer no retroprojetor, depois de algum tempo começaram a caminhar sobre as pegadas coladas no chão, iam à parede em que as pegadas estavam projetas e colocavam as mãos sobre elas.Percebemos que as imagens pareciam ter maior significado para as crianças.Ao perceber as pegadas em E.V.A soltas no chão, algumas crianças tentavam colocá-las na sola do sapato , percebendo que aquilo imitava seus pés.
Todo esse movimento permitiu que os pequenos conhecessem algo novo, relacionando-se com o espaço e os objetos que ele compunham de forma divertida e prazerosa , construindo a novos conhecimentos e desenvolvendo novas habilidades.
Nota
Bem pessoal, vocês devem ter percebido que tenho postado poucos textos no bolg ,isso deve-se a minha volta ao trabalho e ao tempo que dedico a ele.O início do ano costuma ser meio conturbado, no entanto voltarei a postar normalmente nas próximas semanas.
Dica de leitura.
Pessoal, essa história é demais,as ilustrações são de uma leveza...O enredo então nem se fala.Conta a história de uma joaninha que aventura-se na busca de suas pintinhas perdidas, na esperança de reencontrar sua identidade. Para isso, conta com a amizade e solidariedade de uma Formiguinha muito especial.
Vale a pena!Confira.
Lídia Guimarães.
Ao professor.
Estar vivo é estar em conflito permanente,
produzindo dúvidas, certezas questionáveis.
Estar vivo é assumir a Educação do sonho do cotidiano.
Para permanecer vivo, educando a paixão,
desejos de vida e morte, é preciso educar o medo e a coragem.
Medo e coragem em ousar.
Medo e coragem em romper com o velho.
Medo e coragem em assumir a solidão de ser diferente.
Medo e coragem em construir o novo.
Medo e coragem em assumir a educação deste drama, cujos personagens
são nossos desejos de vida e morte.
Educar a paixão (de vida e morte) é lidar com esses dois ingredientes, cotidianamente,
através da nossa capacidade, força vital (que todo ser humano possui, uns mais,
outros menos, em outros anestesiada) e desejar, sonhar, imaginar, criar.
Somos sujeitos porque desejamos, sonhamos, imaginamos e criamos, na busca permanente
da alegria, da esperança, do fortalecimento da liberdade, de uma sociedade mais justa,
da felicidade a que todos temos direito.
Este é o drama de permanecermos vivos... fazendo Educação.
produzindo dúvidas, certezas questionáveis.
Estar vivo é assumir a Educação do sonho do cotidiano.
Para permanecer vivo, educando a paixão,
desejos de vida e morte, é preciso educar o medo e a coragem.
Medo e coragem em ousar.
Medo e coragem em romper com o velho.
Medo e coragem em assumir a solidão de ser diferente.
Medo e coragem em construir o novo.
Medo e coragem em assumir a educação deste drama, cujos personagens
são nossos desejos de vida e morte.
Educar a paixão (de vida e morte) é lidar com esses dois ingredientes, cotidianamente,
através da nossa capacidade, força vital (que todo ser humano possui, uns mais,
outros menos, em outros anestesiada) e desejar, sonhar, imaginar, criar.
Somos sujeitos porque desejamos, sonhamos, imaginamos e criamos, na busca permanente
da alegria, da esperança, do fortalecimento da liberdade, de uma sociedade mais justa,
da felicidade a que todos temos direito.
Este é o drama de permanecermos vivos... fazendo Educação.
Madalena Freire
O teclado encantou.
Esse teclado foi doação de uma professora do CEI,colocamos na área de música,é incrível como as crianças exploram esse objeto.Passam muito tempo nessa área experimentando os sons e muitas maneiras de fazê-lo acontecer.Mais o que me chamou a atenção mesmo foi a forma com que as meninas encontraram para tocar mais confortavelmente o teclado, observando a dificuldade de tocar em pé, não hesitaram ; foram na área de leitura pegaram dois pufs e pronto resolvido o problema.
Essa ação das meninas nos permite refletir a respeito da importância de um espaço organizada de maneira que a criança possa experimentar, levantar e testar hipóteses , solucionando os problemas que ali encontram.Nossa intenção pedagógica, ao disponibilizar esse teclado para que as crianças explorassem foi além de familiarizá-los com o instrumento, proporcionar o desenvolvimento da percepção auditiva da resolução de problemas e do jogo simbólico;tudo de forma prazerosa para os pequenos.
Por Lídia Guimaraes
Novo ano.Novos desafios.
O ano letivo já começou no CEI . As crianças ainda estão em adaptação.Minha turma esse ano é um BII, crianças de 1 ano e meio a 2.Estou apreensiva é claro afinal nunca trabalhei com uma turminha de bebês.Vivi e eu continuamos parceiras,e agora temos mais uma colega de sala Anali,também nunca trabalhamos juntas, porém parecemos ter uma sintonia(minha avaliação de primeiros dias).Bem o importante é que agora esse blog vai realmente ser um espaço de partilha de nossas práticas com o BII ao longo dos meses.Mostremos aqui nosso trabalho, dividiremos com vocês nossas descobertas, anseios, medos e conquistas(espero que sejam muitas).Enfim partilharemos nossa prática pedagógica com a turminha ao longo do ano de 2011.Espero que as práticas expostas nesse blog,sirvam de inspirarão para outras educadoras.Afinal essa é o nosso desafio.
Quero ressaltar que continuaremos com as dicas de leitura ,textos,enfim tudo que possa colaborar para a construção de práticas de qualidade.
Então por enquanto é isso.
Lídia Guimarães.
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